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Brasil pode ter ao menos 44 mil mortes; isolar só idosos eleva nº para 529 mil

Brasil pode ter ao menos 44 mil mortes; isolar só idosos eleva nº para 529 mil
Bolsonaro e Ministros de Estado em coletiva sobre coronavírus
(Foto: Carolina Antunes/PR)

Uma estratégia de isolamento social de manter só idosos em casa, como sugere o presidente Jair Bolsonaro, ainda poderia levar à morte mais de 529 mil pessoas no Brasil por covid-19. O número é metade do que se projeta para um cenário em que nada fosse feito no País para conter a dispersão do coronavírus (1,15 milhão de óbitos). Mas é bem mais alto do que a estimativa para um isolamento social rápido e amplo. Mesmo com essa restrição mais drástica, haveria ao menos 44 mil mortes pela doença.

Os números fazem parte da nova pesquisa do Grupo de Resposta à Covid-19 do Imperial College de Londres. Os cientistas vêm fazendo quase em tempo real projeções matemáticas do avanço da pandemia e avaliam as ações em andamento.

Foi um trabalho dessa equipe com projeções para Estados Unidos e Reino Unido que fez o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, recuar sobre a ideia de adotar isolamento vertical (quarentena só de alguns grupos, como idosos e doentes crônicos). Johnson foi diagnosticado com covid-19 na sexta-feira, 27.

Segundo o jornal The New York Times, estimativas feitas por esses cientistas também influenciaram a Casa Branca a enrijecer medidas de isolamento.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) também recomenda o isolamento social. Já Bolsonaro tem criticado governadores que determinaram fechar o comércio e diz ter receio de uma crise econômica.

O trabalho mais recente do Imperial College, divulgado na quinta-feira, 26, expandiu a modelagem para 202 países. Liderados por Neil Ferguson, eles comparam possíveis impactos sobre a mortalidade em vários cenários: ausência de intervenções, com distanciamento social mais brando, que chamam de mitigação, ou mais restrito, a supressão.

As estimativas foram feitas com base em dados da China, onde a doença foi registrada pela primeira vez em dezembro, e de países de alta renda. Significa que para nações de baixa renda a realidade pode ser ainda mais grave do que a apontada. A estimativa de cerca de 44 mil mortes para o Brasil considera o cenário mais amplo de isolamento, e feito de modo rápido.

A eficácia do isolamento mais amplo se aplicaria em todo o mundo, segundo os pesquisadores. Eles estimam que, na ausência de intervenções, a covid-19 resultaria em 7 bilhões de infecções (quase toda a população global) e 40 milhões de mortes em todo o mundo este ano.

“Estratégias de mitigação focadas na blindagem de idosos (reduzir em 60% os contatos sociais) e desaceleração, mas não interrupção da transmissão (redução de 40% nos contatos sociais para uma população mais ampla) poderiam reduzir esse ônus pela metade, salvando 20 milhões de vidas, mas prevemos que, mesmo nesse cenário, sistemas de saúde em todos os países serão rapidamente sobrecarregados”, dizem os cientistas.

O Brasil já prevê demanda crescente no SUS. No País, até a sexta-feira, já havia 92 mortes confirmadas.

“É provável que esse efeito seja mais grave em contextos de baixa renda, onde a capacidade é mais baixa. Como resultado, prevemos que o verdadeiro ônus em ambientes de baixa renda que buscam estratégias de mitigação podem ser substancialmente mais altos do que o refletido nessas estimativas”, continuam os pesquisadores.

Apontam ainda que a demanda por ajuda médica só ficará em níveis manejáveis com adoção rápida de medidas de saúde pública para suprimir a transmissão, similares às de China e Coreia do Sul. Eles listam os testes em massa, o isolamento de casos e medidas mais amplas de distanciamento social.

“Se uma estratégia de supressão for implementada precocemente (com 0,2 morte por 100 mil habitantes por semana) e sustentada, então 38,7 milhões de vidas podem ser salvas. Se for iniciada quando o número de óbitos for maior (1,6 óbito por 100 mil habitantes por semana), só 30,7 milhões de vidas poderiam ser salvas”, escrevem eles, sobre as projeções globais. “Atrasos na implementação de ações para suprimir a transmissão levarão a piores resultados e menos vidas salvas.”

Consequências

Eles ponderam não considerar impactos sociais e econômicos mais amplos da supressão. Reconhecem que esses efeitos serão altos e podem ser desproporcionais em áreas de baixa renda.

Os pesquisadores reforçam, como já tinham dito em estudos anteriores, que as estratégias de supressão teriam de ser mantidas, com breves interrupções, até que vacinas ou tratamentos eficazes se tornem disponíveis.

Pesquisas sobre imunizantes já começaram, mas demandam uma série de testes e dificilmente a vacina chegará ao mercado ainda este ano. “Nossa análise destaca as decisões desafiadoras enfrentadas por todos os governos nas próximas semanas e meses, mas demonstra como uma ação rápida, decisiva e coletiva agora poderia salvar milhões.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Wie Linksextreme in Berlin Jagd auf Polizisten machen

Wie Linksextreme in Berlin Jagd auf Polizisten machen

Erst waren es Fotos auf der Internet-Plattform Indymedia, jetzt verteilen mutmaßliche Linksextreme eine Art Fahndungsplakat – darauf zu sehen sind Berliner Polizisten, dargestellt wie Terroristen und Gewaltverbrecher.

Doch bei den Polizisten soll es sich um szenekundige Beamte des Staatsschutzes und aus Spezialeinheiten handeln. Am Sonntag fanden Beamte an zwei Stellen in Mitte und Gesundbrunnen mehrere solcher Plakate an Wänden, Hauseingängen und an einer Litfaßsäule.

Die Polizisten notierten am Sonntag zu dem Fund: Auf den Din-A3-großen Papieren, gestaltet wie ein Fahndungsplakat, seien 16 Personen in „bürgerlicher Kleidung“ abgebildet.

In der Überschrift würden die Personen als Polizisten und „szenekundige Beamte“ aus dem Landeskriminalamt (LKA) bezeichnet, dazu werde auszugsweise die genaue Tätigkeit der Beamten beschrieben. Und auf dem Plakat wird um Hinweise zu den Beamten gebeten.

Linksextremisten wollen Beamte enttarnen

Bereits vor zwei Wochen waren die Bilder bei Indymedia veröffentlicht worden. Dort hieß es, mit der Aktion solle über umtriebige und teils neue „szenekundige Beamte“ aufgeklärt werden, die beim Staatsschutz und bei den Observationsteams der Mobilen Einsatzkommandos (MEK) tätig seien.

Die abgebildeten Beamten seien auf Kundgebungen, Demonstrationen sowie an Orten, „an denen sie Linke vermuten“, beobachtet worden, heißt es in dem Aufruf.

[Behalten Sie den Überblick: Corona in Ihrem Kiez. In unseren Tagesspiegel-Bezirksnewslettern berichten wir über die Krise und die Auswirkungen auf Ihren Bezirk. Kostenlos und kompakt: leute.tagesspiegel.de]

Da die Identität solcher Beamten besonders geschützt wird, wollen die Linksextremen sie nun enttarnen. In dem Aufruf der Linksextremisten heißt es über die Polizisten: „Ihre Gesichter zu kennen, um adäquat auf ihre Anwesenheit reagieren zu können, ist wichtig.“ Unverhohlen wird auch mit Angriffen und Gewalt gegen die Beamten gedroht.

Der Verfasser des Aufrufes bei Indymedia nennt sich ausgerechnet André Rahut. Das wird kaum Zufall sein, denn der Chef der Staatsschutzabteilung beim LKA heißt: André Rauhut.

Seit fast drei Wochen ermittelt auch schon die Polizei wegen der Fotos – allerdings nur wegen des Verstoßes gegen das Kunsturheberrechtsgesetz. Es bestehe der Verdacht, dass die Abgebildeten nicht mit der Veröffentlichung einverstanden waren.

Extremisten und das Coronavirus:

Die Linksextremen scheint das nicht zu beeindrucken. Die Gewerkschaft der Polizei (GdP) beklagt deshalb nun Regelungslücken und fordert schärfere Gesetze. „Mit diesen Plakaten werden Menschen für vogelfrei erklärt und massiv gefährdet“, sagt der Berliner GdP-Sprecher Benjamin Jendro.

„Durch diese Veröffentlichung sind sie nicht nur im Kampf gegen Links-, sondern auch Rechtsextremismus und Terrorismus verbrannt“, sagt Jendro. Und auch privat sei das für die Beamten und ihre Familien hochgefährlich.

„Derartige Plakate gab es schon in den 1980ern. Der Gesetzgeber hat es bis hierher verpasst, nachzujustieren und so ist Kunsturheberrechtsgesetz noch immer unser stärkstes Schwert“, sagt der GdP-Sprecher.

Und Jendro erklärt weiter: „Wir brauchen einen besonderen Straftatbestand, wenn man Polizisten fotografiert, sie offenbart und damit diffamiert.”

 

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Oklart hur många som har avlidit i covid-19 i Västra Götaland

Oklart hur många som har avlidit i covid-19 i Västra Götaland

VästsverigeVid Västra Götalandsregionens pressträff på fredagsförmiddagen fanns uppgifter om totalt sex dödsfall i covid-19.

Folkhälsomyndigheten gick senare på dagen ut med siffran fyra. Sahlgrenska universitetssjukhusets och Västra Götalandsregionens presstjänster har bara detaljer om två.


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Wie Rechtsextreme in der Corona-Krise zündeln

Wie Rechtsextreme in der Corona-Krise zündeln

Das Video zeigt eine chaotische Szene in einem französischen Supermarkt: Menschen mit dunklen Kapuzen schlagen mit Stöcken aufeinander ein. Die Aufnahme, entstanden im vergangenen Jahr, zeigt französischen Medien zufolge eine Auseinandersetzung rivalisierender Banden. Doch jetzt ist die kurze Sequenz wieder aufgetaucht: Sie wird unter anderem in rechtsextremen Chatgruppen verbreitet. Und hier tut man so, als wären das Migranten, die in der Corona-Krise in einem Supermarkt randalierten.

Auf Youtube, Instagram, in geschlossenen Chatgruppen und Kanälen von Messenger-Diensten wie Telegram oder Whatsapp: Überall im Netz versuchen derzeit Rechtsextreme die Corona-Krise für ihre Zwecke zu instrumentalisieren. Sie verbreiten Propaganda und treiben die Radikalisierung ihrer Anhänger voran. Einige hoffen sogar, dass die Corona-Krise den von ihnen ersehnten Bürgerkrieg herbeiführt. Experten befürchten, dass in dieser unsicheren Zeit rechtsextreme Verschwörungsmythen bis in die Mitte der Gesellschaft einsickern könnten. „Gerade in Krisensituationen ist es leichter, Menschen von Verschwörungstheorien und extremen Ideologien zu überzeugen“, sagt die Extremismusforscherin Julia Ebner.

Neonazis erwägen, mit Absicht Migranten anzuhusten

Sie war für ihr Buch „Radikalisierungsmaschinen“ über Monate undercover in rechtsextremen Internetforen unterwegs. Auch in der Corona-Krise nutzt sie ihre Online-Profile, um Einblick in geschlossene rechtsextreme Gruppen im Netz zu erhalten. „Schon vor Wochen haben Rechtsextremisten von der ,Identitären Bewegung‘ bis hin zu Neonazis in den USA angefangen zu überlegen, wie sie diese Krise ausnutzen können“, sagt Ebner. Sehr häufig sehe sie, dass Migranten als Überträger des Virus und somit als Bedrohung dargestellt werden. In US-amerikanischen Rechtsextremisten-Foren werde aber auch diskutiert, ob positiv auf das Corona-Virus getestete Neonazis mit Absicht Migranten anhusten sollten, um diese anzustecken.

Als Einstiegsdroge in den Radikalisierungsprozess in der rechten Szene gelten Verschwörungstheorien – und von ihnen gibt es in Bezug auf Corona mehr als genug. Das beobachtet auch Miro Dittrich, der sich seit Jahren mit rechtsextremen Online-Kulturen beschäftigt und für die staatlich geförderte Amadeu-Antonio-Stiftung arbeitet. „Die rechtsextreme Szene ist divers“, sagt er. „Die einen glauben, das Virus sei eine Biowaffe. Andere behaupten, es existiere gar nicht. Und wieder andere glauben, das sei alles nur Panikmache und es stehe ein anderes Ziel dahinter.“

Die Phantasie blüht

Letztere beriefen sich oft auf die Falschinformationen des Arztes und Ex-SPD-Politikers Wolfgang Wodarg, der das Virus als vergleichsweise harmlos darstellt. Bei der Frage, welcher Plan mit der angeblichen Panikmache verfolgt wird, blüht in der rechtsextremen Szene die Phantasie. „Einige meinen, dass so die Abschaffung des Bargeldes durchgesetzt werden soll“, sagt Dittrich. Andere glaubten, mit dem Virus solle von der Situation an der griechisch-türkischen Grenze abgelenkt werden. „Es gibt auch die Erzählung, dass uns mit einer möglichen Impfung Partikel gespritzt werden sollen, mit denen dann unsere Gedanken gesteuert werden.“

Der rechte Youtuber Henryk Stöckl, dessen Videos hunderttausendfach geklickt werden, verbreitet die Erzählung, dass es 2020 sowieso zu einem Finanzcrash gekommen wäre. „Doch dank des Corona-Virus, der ausgerufenen Ausgangssperren, der Kurzarbeit, der schließenden Geschäfte, kann man nun den Börsencrash der Pandemie anhängen“, erklärt Stöckl, während er augenscheinlich in seiner Küche sitzt. So wollten Politiker und Regierungen ihr Versagen vertuschen.

Bei den Aktivisten der Identitären Bewegung, die sich als hippe Jugendorganisation inszenieren, fühlt man sich durch die Corona-Krise in den eigenen Ansichten bestätigt. „Die Globalisierung wird als der wahre Täter gesehen, der dahinter steckt“, sagt Dittrich. Zudem versuchten sich die Identitären an der Verknüpfung von Krankheit und Migration. So verbreitet der Kopf der Identitären, Martin Sellner, über seinen Telegram-Kanal Nachrichten über Asylbewerber in Quarantäne und angeblichen Einreisen von Asylbewerbern trotz Corona-Krise.

„Der Höllensturz des Regimes“

Mit Sorge beobachten die Sicherheitsbehörden die Kombination von rechtsextremen Verschwörungstheorien und Gewaltfantasien im Internet. Karl Richter, einer der führenden Ideologen der NPD, verkündet auf der Facebookseite der Partei, „Panik macht sich breit. Sie wird sich mit Ausgangssperren (…) nicht lange niederhalten lassen. Ab hier wird es blutig. (…) Am Ende steht der Höllensturz des Regimes und seiner europäischen wie transatlantischen Hintermänner“. Mit transatlantischen Hintermännern sind in der Szene amerikanische Juden gemeint.

Richters Wort hat in der NPD und bei den ihr nahestehenden Neonazis Gewicht. Richter war Vizechef der Partei, von 2008 bis zu diesem März saß er für die mit der NPD liierte „Bürgerinitiative Ausländerstopp“ im Stadtrat von München.

Demonstrativ benennt Richter in dem apokalyptischen Szenario die zentralen Hassfiguren der rechten Szene, als wolle er sie zur Zielscheibe machen. „Was jetzt in die Köpfe muss, ist die Verantwortung der Globalisierer und Liberalisierer für alles, was wir jetzt erleben. Globalisierer wie Merkel, Soros, Lagarde, Schäuble und ungezählte andere“, schreibt Richter. Der jüdische-amerikanische Milliardär George Soros ist bei Rechten verhasst, weil er in mehreren Ländern viel Geld in antirassistische und demokratiefördernde Projekte gesteckt hat. In Verschwörungstheorien spielt er eine zentrale Rolle als vermeintlicher Drahtzieher von Migration und Globalisierung.

Rechtsextreme zeichnen ein möglichst düsteres Bild von der Krise

Auch der Antisemitismusbeauftragte der Bundesregierung, Felix Klein, hatte im Tagesspiegel vor massenhaft kursierenden antijüdischen Verschwörungstheorien in Verbindung mit dem Coronavirus gewarnt. Die Pandemie schaffe ein Klima der allgemeinen Verunsicherung. Das sei ein idealer Nährboden, um einzelne Personengruppen zu beschuldigen. Rechtsextremismus-Experte Dittrich beobachtet auch, dass Rechtsextremisten behaupten, Israel stecke hinter der Pandemie. Das Land habe einen Impfstoff für das Corona-Virus und wolle nun Geld machen.

Auf den verschiedenen Kanälen bemühen sich die Rechten, ein möglichst düsteres Bild von der Krise zu zeichnen. Bei der viel gelesenen, flüchtlingsfeindlichen Internetplattform „Politically Incorrect“ versucht ein Autor, bürgerkriegsartige Zustände herbeizureden. Komme die ökonomische Stabilität Deutschlands ins Wanken, „wird schnell offenbar werden, wie gesellschaftlich labil die bunte Einwanderungsgesellschaft längst ist“. Es stünden „Kämpfe in vielerlei, leider auch gewalttätigen Formen bevor“.

Sie wollen den Umsturz herbei führen

Die rechte Hetze halten die Sicherheitsbehörden für riskant, gerade auch mit Blick auf radikalisierte Einzelgänger. Der Berliner Verfassungsschutz warnt in einem Papier zu Extremisten und der Coronakrise, über das der Tagesspiegel diese Woche berichtete, vor gewaltsamen Aktionen „ungebundener, auch irrationaler Einzelakteure“, so genannter „lone actors“. Gemeint sind Attentäter wie Stephan Balliet, der im Oktober 2019 die Synagoge in Halle angriff und zwei Passanten erschoss, sowie Tobias Rathjen, der im Februar in Hanau neun Menschen mit Migrationshintergrund tötete und dann seine Mutter und sich selbst.

Als besonders gefährlich gelten auch die häufig bewaffneten Reichsbürger. „Teile der rechtsextremistischen beziehungsweise der Reichsbürger-Szene sehen ideologisch den baldigen Umsturz des bestehenden politischen Systems an einem Tag X vor“, steht in der Analyse des Verfassungsschutzes. Es sei denkbar, dass wegen der aktuellen Situation einzelne „Rechtsextremisten aktiv werden könnten, um diesen Umsturz kurzfristig herbeizuführen“.

Wie aktuell die Warnung ist, zeigen die jetzt bekannt gewordenen Erkenntnisse der Sicherheitsbehörden zu der vor einer Woche von Bundesinnenminister Horst Seehofer (CSU) verbotenen, rechtsextremen Reichsbürgergruppe „Geeinte deutsche Völker und Stämme“. Die Polizei fand bei den Razzien vier Schrotflinten, drei Armbrüste, zwei Macheten und ein japanisches Kampfschwert.

Ihr Vorteil: Die Menschen haben jetzt viel Zeit

Auch Dittrich fällt auf, dass die Corona-Krise in terroraffinen rechtsextremen Kreisen durchaus positiv gesehen wird. Dort hingen viele dem Konzept des Akzelerationismus an. Diese Rechtsextremisten glaubten, die multikulturelle, liberale Gesellschaft werde ohnehin in einem Crash enden. Den Untergang müsse man beschleunigen, am besten mit Terror. „Sie sehen in der Corona-Krise eine Chance, auf die sie lange gewartet haben“, sagt Dittrich. „Sie glauben, dass man jetzt die Situation weiter destabilisieren muss.“   

Aus Sicht von Forscherin Ebner hilft die Corona-Krise Rechtsextremisten auch bei der Rekrutierung und Radikalisierung neuer Anhänger. Das liegt zum einen an den Ängsten, die die Pandemie auslöst. „Die werden angesprochen, um dann Erklärungen zu liefern, die oft mit Verschwörungstheorien zusammenhängen und Sündenböcke präsentieren.“ Dazu komme, dass die Menschen im „Lockdown“-Modus viel mehr Zeit hätten, die sie in radikalen Foren verbringen könnten. „Ideologische Indoktrinierung funktioniert sehr stark über Wiederholung und permanente Überflutung mit Falschinformationen“, sagt Ebner. Und auch Einsamkeit in der Corona-Krise spiele eine wichtige Rolle, da es Rechtsextremisten verstünden, ein Zugehörigkeitsgefühl anzubieten.

Dittrich glaubt aber, dass die Corona-Krise Rechtsextremisten nicht nur Vorteile bringt. Schließlich bekämen ihre üblichen Themen derzeit weniger Aufmerksamkeit. Wenn es um Gesundheitsinformationen geht, verließen sich viele Leute lieber auf die klassischen Medien. Ihr Kernpublikum erreichen Rechtsextremisten aber gut im Netz, sagt Dittrich. Besorgniserregend findet er zudem, dass Videos, die das Virus verharmlosten, Millionen Aufrufe hätten. „Das geht weit über die verschwörungsideologische Blase hinaus.“

 

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AfD-Flügel: In seinem Schatten

AfD-Flügel: In seinem Schatten

Unter äußerem Druck funktioniert die AfD normalerweise fehlerfrei und reibungslos: Die Reihen der Mitglieder schließen sich, der Vorstand findet eine gemeinsame Sprachregelung, die Chefs reden mit der Presse, und alle warten darauf, dass sich der Ärger legt. Und das tut er für gewöhnlich auch. Beim “Denkmal der Schande” war das so, beim “Vogelschiss” auch. “Hat er so nicht gemeint”, heißt es dann. Oder: “Würde er jetzt nicht mehr so sagen.”

Die Parteiführung hat Routine im Beschwichtigen, im Herunterspielen und im Kleinreden. Doch das gelingt ihr jetzt nicht mehr. Sie streitet sich in aller Öffentlichkeit über den Umgang mit der rechtsextremen Strömung in der Partei, dem “Flügel”. Der soll sich nun zwar auflösen, dessen Chefs, Björn Höcke und der Brandenburger Landesvorsitzende Andreas Kalbitz, sowie ihr Umfeld sind damit aber keineswegs aus der Partei verschwunden.

Über Monate hatte die Parteispitze in mühevoller Kleinarbeit versucht, das Bild der AfD in der Öffentlichkeit zu retuschieren. Raus aus der Isolation und rein ins Zentrum der Macht, regierungsfähig werden, so wie es der damalige AfD-Chef Alexander Gauland bereits vergangenes Jahr auf dem Parteitag gefordert hatte. Die AfD-Bundestagsfraktion lud die Hauptstadtpresse zum Neujahrsempfang mit Häppchen und Jazz-Band in den Reichstag. Sie schmückte sich mit dem Besuch des ehemaligen österreichischen FPÖ-Innenministers Herbert Kickl. Die Fraktionsvorsitzenden Gauland und Alice Weidel änderten gar ihren Duktus, sprachen nun häufiger vom bürgerlich-konservativen Lager, zu dem selbstverständlich auch die AfD gehöre. Und sogar unter den etablierten Parteien im Bundestag gab es zuletzt einige, die der AfD in den Ausschüssen eine halbwegs konstruktive Mitarbeit bescheinigten.

Doch all die Bemühungen der Parteiführung um ein sauberes, professionelles Image waren umsonst. Denn Thomas Haldenwang, der Präsident des Bundesamtes für Verfassungsschutz, verkündete Mitte März, dass seine Behörde den Flügel nun offiziell als rechtsextrem einstufe. Höcke und Kalbitz nannte er “Rechtsextremisten”. Es sei “eine Tatsache”, dass die beiden in der Partei stetig an Einfluss gewonnen hätten.

Am vergangenen Freitag stritt der Bundesvorstand sechs Stunden lang über das Schicksal der Flügelleute. Bundessprecher Jörg Meuthen hatte einen Antrag eingebracht, dem zufolge der Vorstand die Auflösung der Strömung bis Ende März verlangen sollte. “Auf der einen Seite vertritt der Flügel scharfe nationalistische Positionen, auf der anderen Seite erhebt er Forderungen, die dem Sozialismus nahestehen. So etwas hat in der AfD keinen Platz und entspricht nicht unserer Programmatik”, sagte Meuthen der ZEIT.

Aber nicht alle im Bundesvorstand wollten seinem Vorhaben sogleich zustimmen. Neben Kalbitz, selbst Mitglied des höchsten AfD-Gremiums, versuchten auch einige seiner Kollegen, weichere Formulierungen in den Antrag einfließen zu lassen, um Höcke und seinen Leuten mehr Spielraum zu geben. Auch Gauland habe zu den Beschwichtigern gehört, erzählen Teilnehmer der Sitzung. Denn längst nicht jeder im Bundesvorstand sieht im Flügel eine Bedrohung. Manchem gilt er als wichtiges Potenzial für Abstimmungen. Andere halten die inhaltlichen Positionen für eine willkommene Ergänzung des politischen Profils der AfD. Am Ende bot das Meuthen-Lager einen Monat Fristverlängerung an und setzte sich schließlich durch. Elf der dreizehn Teilnehmer stimmten für den Antrag. Es gab eine Enthaltung. Und eine Gegenstimme von Kalbitz.

Am Tag nach der Bundesvorstandssitzung antwortete Höcke in Form eines Interviews auf der Website des rechtsextremen Publizisten Götz Kubitschek. Höcke führte aus, ohne seinen Flügel wäre die AfD keine echte Alternative mehr, sondern “vielleicht gerade noch eine Art eigenständige Werte-Union, also ein Mehrheitsbeschaffer von Merkels Gnaden”. Er formulierte wie gewohnt nebulös und erklärte, er und seine Leute arbeiteten längst an einer “Historisierung” des Flügels. Gleichwohl gab er sich den Anschein, als füge er sich der Forderung des Bundesvorstands.

 

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Svårt få hjälp för unga som utnyttjas i sexhandeln

Svårt få hjälp för unga som utnyttjas i sexhandeln

Gabriella Kärnekull Wolfe från föreningen #intedinhora säger till GP att stödet och hjälpen för unga i prostitution måste bli mycket bättre. Hon efterlyser bland annat utökade möjligheter för barn att få traumabehandling.

– I dag finns det bara två mottagningar inom barn-och ungdomspsykiatrin med spetskompetens inom trauma, Stockholm och Linköping. Det måste finnas i hela landet. Många av våra medlemmar har blivit utsatta för sexuella övergrepp och våld i barndomen.

Läs mer: Gabriella: “Lägg inte skulden på dig själv – det är andra som gjort fel mot dig”

En annan person säger:

– Det finns liksom inte specialiserad personal som kan hantera oss. Jag tror att det har att göra med att det inte ses som övergrepp av gemene man. För ett tag sedan kom det ut att bara var tredje kommun har en handlingsplan för hur man hanterar folk med prostitutionserfarenheter och hur man bemöter dem.

Hen syftar på Sveriges Radios granskning från februari i år. Enligt granskningen har endast en tredjedel av landets kommuner en handlingsplan för att hjälpa personer som säljer sex eller riskerar att hamna i prostitution.

Göteborg saknar handlingsplan

Göteborg är en av alla de kommuner som saknar en handlingsplan. Det vill Vänsterpartiet ändra på och under onsdagens kommunstyrelsemöte fanns frågan på agendan.

– Det är dags att ta ett helhetsgrepp när det gäller hjälpen för personer som blir utsatta för sexköp, säger kommunalrådet Grith Fjeldmose (V).

Även om det redan pågår arbete för att hjälpa personer som säljer sex i Göteborg behöver det göras mer för att se till att alla verksamheter drar åt samma håll, anser hon.

Men Demokraterna är tveksamma till om det är ytterligare en plan som behövs och om en sådan skulle kunna göra skillnad för utsatta individer. C, M, L och KD tycker inte heller att någon handlingsplan behövs. “Vi anser att de verktyg och arbetssätt som finns i dag är visar hur staden jobbar med frågan strategiskt och att det inte finns behov av en plan mot prostitution. Staden utför ett viktigt arbete kring de här frågorna och ska fortsätta med det”, skriver de ett gemensamt yrkande.

Vänsterpartiets Grith Fjeldmose tycker att det behövs en handlingsplan för att ta hjälpa personer som hamnat i prostitution. Bild: Nils Petter Nilsson

Förslaget röstades ned

Och det blev den linjen kommunstyrelsen valde att gå på efter omröstningen. Vänsterpartiets förslag röstades ned.

– Man fortsätter med arbetet som redan görs i kommunen på exempelvis Mikamottagningen. Det är bra, men alldeles otillräckligt och det finns en ojämlikhet i hur stödet är fördelat över staden, säger Grith Fjeldmose.

– Det behövs något mer övergripande som kan öka medvetenheten och förmågan att se dem som är utsatta.

Hon berömmer GP:s granskning och säger att det är upprörande att ta del av berättelserna i Systrar.

– Jag blir så arg så att jag knappt kan prata när jag tänker på det. Och det är bra att, som i onsdagens GP , fokusera på männen och deras skuld, säger hon.

Helene Odenjung, Liberalerna, menar att en handlingsplan varken hade gjort till eller från och att det är viktigare att se till att verksamheter som finns utvecklas. Bild: Ulf Börjesson

“Finns redan ett strategisk arbete”

Helene Odenjung (L) har läst en del av de vittnesmål som publicerats i GP.

– Det är vidrigt att läsa om hur vissa utnyttjar andra människor, säger hon. Och det blir inte bättre för att man byter namn och kallar det för sugardejting.

Hon säger att det behövs fler som går in och tar de där jobbiga, men nödvändiga samtalen med unga. Vuxna som möter unga där de är, utan att fördöma.

– I skolan och andra sammanhang, men det gäller också oss som är föräldrar.

Men hon anser inte att en kommunal handlingsplan skulle tillföra något.

– Göteborg har haft ett strategiskt arbete för de som utnyttjas och för att motverka sexköp sedan 1998. Eftersom vi har ett pågående arbete och det finns en regional plan ser jag inte att det är läge för det. Det är bättre att fokusera på verksamheter som Mikamottagningen. De har uppsökande verksamhet och ger praktisk hjälp till de som utnyttjas, säger hon.

Läs mer: ”Han sa att det finns hemska människor där ute”

LÄS MER: Här kan du lyssna på Systrar

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Murder accused intended to ‘at least’ seriously injure her partner, court told

Murder accused intended to ‘at least’ seriously injure her partner, court told

It is “abundantly clear” that a mother of three intended to cause “at least serious injury” to her partner when she picked the biggest knife from a knife block and stabbed him four times with it, the Central Criminal Court has heard.

In his closing address in the trial of Paula Farrell, prosecution counsel Gerard Clarke SC said the State did not have to prove an intention to kill and proving an intention to cause serious injury was sufficient.

Mr Clarke also said the accused’s allegation that her partner sexually attacked her on the night was “an outrageous lie” against a man who could not give an alternative account of events.

Ms Farrell (47), of Rathmullen Park, Drogheda, Co Louth, has pleaded not guilty to murder but guilty to the manslaughter of Wayne ‘Quilly’ McQuillan (30) at her home on January 1st, 2014.

Strangling

She testified last week that Mr McQuillan had tried to have sex with her, that she did not want to have sex and that he had started strangling her with his hands before she went to the kitchen for a knife.

“I thought I was dying, I couldn’t breathe,” she told her barrister Caroline Biggs SC. Ms Farrell has accepted in her evidence that she stabbed Mr McQuillan with a knife four times but said she only remembered stabbing him twice.

Evidence has been given that Ms Farrell was sexually abused when aged between seven and 14 and that she started to drink heavily when she was 20.

The court has also heard from two psychiatrists that Ms Farrell was suffering from post-traumatic stress disorder (PTSD) and alcohol dependency at the time she stabbed her boyfriend to death.

Addressing the jury on Wednesday, Mr Clarke said Ms Farrell had chosen the “biggest knife in the knife block” and the natural and probable consequences of this was that Mr McQuillan would be serious injured.

Mr Clarke submitted that Ms Farrell’s side would raise the partial defence of provocation, where one is not capable of controlling their actions and being a master of their mind.

“I remind you that Ms Farrell never said in her evidence or to anyone in the six years since Mr McQuillan died that she was in a state of total loss of control.”

Provocation

Mr Clarke submitted that the account of a sexual attack taking place before the stabbing was first put forward by Ms Farrell 16 months after Mr McQuillan died. He told the jury that if they considered that the sexual attack did not happen, then there was no basis for provocation and it did not arise.

He called the alleged sexual assault an “invented lie” and submitted that Ms Farrell had claimed that the deceased had turned into a “homicidal rapist for no reason”.

Furthermore, he said none of the defence experts had sought in any way to explain how post-traumatic stress disorder (PTSD) and childhood sexual abuse were related to the killing of Mr McQuillan.

“This was because there are no connections. If there was a connection they would have told you,” he argued.

Counsel went on to tell the jury that the only reason they had heard about Ms Farrell having PTSD and being sexually abused as a child was to create sympathy in their minds. He urged them to be cold and dispassionate in assessing the evidence and leave any sympathy aside.

Ms Farrell’s defence counsel will give her closing speech to the jury on Wednesday afternoon.

 

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Militante Rechtsextremisten zu Haftstrafen verurteilt

Militante Rechtsextremisten zu Haftstrafen verurteilt

Sie wollten mit Anschlägen in Berlin einen Bürgerkrieg entfachen, nun folgt die Antwort des Rechtsstaats. Das Oberlandesgericht Dresden hat am Dienstag die acht Mitglieder der rechtsextremen Terrorgruppe „Revolution Chemnitz“ zu Haftstrafen zwischen 27 Monaten und fünfeinhalb Jahren verurteilt. Die mit fünfeinhalb Jahren härteste Strafe erhielt Christian K., der Rädelsführer der terroristischen Vereinigung.

Der Richter bat wegen der Corona-Krise um kurze Plädoyers

Die Richter sind mit den Strafen nicht weit entfernt vom Plädoyer der Bundesanwaltschaft. Deren Vertreter in der Hauptverhandlung hatten Haft zwischen drei und fünfeinhalb Jahren gefordert. Die Verteidiger hielten geringere Strafen oder sogar Freispruch für angemessen. Noch am Dienstag plädierten Anwälte mehrerer Angeklagter. Der Vorsitzende Richter des 4. Strafsenats, Hans Schlüter-Staats, hatte die Verteidiger angesichts der Coronakrise gebeten, sich möglichst kurz zu fassen. Die Plätze für die Zuschauer im Hochsicherheitstrakt des OLG waren reduziert, um die Ansteckungsgefahr zu minimieren. Das Gericht hatte zudem die Besucher vorab in einer Information für die Öffentlichkeit „dringend ersucht, die hygienischen Mindeststandards einzuhalten“.

Hass auf Flüchtlinge, Linke und die Bundeskanzlerin

Die Terrorgruppe hatte sich mit enormer Geschwindigkeit im Spätsommer 2018 formiert. Den Rechtsextremisten genügten die rassistischen Demonstrationen und Ausschreitungen nicht, die Ende August nach der tödlichen Messerattacke eines Flüchtlings auf einen Deutschkubaner über Chemnitz hereingebrochen waren. Am 10. September bildete Christian K. beim Messengerdienst Telegram die Chatgruppe „Planung zur Revolution“, sie war das Gerüst der terroristischen Vereinigung „Revolution Chemnitz“. Mitglieder waren neben Christian K., heute 32 Jahre alt, Sten E. (29), Martin H. (22), Maximilian V. (29), Marcel W. (32), Sven W. (29), Hardy W. (29) und Tom W. (32). Die Männer kannten sich aus den regionalen Milieus der Rechtsextremisten und Hooligans. Der Hass auf Flüchtlinge, Linke und Bundeskanzlerin Angela Merkel war Konsens.

Revolution Chemnitz wollte den NSU übertreffen

Im Gruppenchat gab Christian K. den Ton an. Er propagierte die Beschaffung von Waffen, damit die geplanten Schläge gegen „Linksparasiten, Merkelzombi, Mediendiktatur und deren Sklaven“ effektiv würden. In ihrem Wahn schwebte den Mitgliedern von Revolution Chemnitz vor, die Terrorzelle NSU, die zehn Menschen ermordet hatte, als „Kindergarten-Vorschulgruppe“ in den Schatten zu stellen. Am 3. Oktober 2018, dem Jahrestag der Wiedervereinigung, wollte die Gruppe in Berlin Anschläge mit Schusswaffen verüben. Die Angriffe sollten als Taten von Linken getarnt werden, um in Bevölkerung und Polizei Empörung zu schüren, die dann in einen Bürgerkrieg münden sollte. Und zur Einstimmung gab es einen Probelauf in Chemnitz.

Am 14. September attackierten Christian K., Stan E., Martin H., Marcel W., Sven W. gemeinsam mit weiteren Rechten und Hooligans auf der Schlossteichinsel junge Deutsche und Migranten. Ein Deutscher bekam einen Schlag ins Gesicht, ein Iraner eine Flasche an den Kopf. Der Iraner erlitt eine Platzwunde und stürzte auf den Boden.

Beschaffung von Maschinenpistole geplant

Die Polizei konnte kurz danach Christian K. und seine Kumpane festnehmen. Einige kamen wieder frei. Bei den Ermittlungen stellte sich  heraus, dass „Revolution Chemnitz“ mehr geplant hatte als Randale in einem Park. Christian K. und zwei weitere Gruppenmitglieder wollten eine Maschinenpistole und weitere Waffen beschaffen. Um am Jahrestag der Einheit in Berlin zuschlagen zu können. Am 1. Oktober hob die Polizei die Gruppe aus.

Im Prozess drucksten die Angeklagten herum. Dennoch kam der Strafsenat voran. In etwas mehr als 30 Verhandlungstagen wurden ungefähr 80 Zeugen befragt. Einer war der Chef des sächsischen Verfassungsschutzes, Gordian Meyer-Plath. Er berichtete, Christian K. habe sich 2015 als V-Mann angeboten. Der Verfassungsschutz habe sich dagegen entschieden. Christian K. galt als unzuverlässig und kriminell. Der Rechtsextremist saß damals in Haft, unter anderem wegen Dealerei mit Drogen.

 

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Sex Education Creators Explain Why The Show Looks Like It’s Set In 1980s US High School

Sex Education Creators Explain Why The Show Looks Like It’s Set In 1980s US High School

Sex Education became an instant classic with audiences when it debuted on Netflix last year, praised widely for its frank treatment of sexuality and relationships as much as for its refreshingly fun vibe.

Pumped full of bright colours and almost magical, swooping drone shots, the show guides us through the awkwardness of adolescence with a decidedly buoyant touch – softening the blow of wet dreams and hormone-fuelled punch-ups with varsity jackets and sunny bike rides through the woods.

The result is nothing short of an absolute delight to watch, though that’s not to say it hasn’t left some of us scratching our heads. Is it set in America or the UK? Are the characters from the present day or have we been transported back in time a few decades?

Credit: Netflix
Credit: Netflix

With 1980s fashions sitting alongside present-day mobile phones and many attributes of an American high school dropped right into the heart of rural south Wales where the show is filmed, it’s almost jarring – but, as the creators explain, that’s entirely intentional.

Speaking to LADbible, writer Laurie Nunn and director Ben Taylor said the surreal, otherworldly aesthetic was not only intentional, but also integral to the show’s narrative.

Credit: Netflix
Credit: Netflix

Referring to the stylised format, Nunn said: I think part of that is just to do with the way I naturally write, but also a lot of my references were kind of from American film and TV shows that I loved when I was younger.

“When Ben came on board the project and we both met each other for the first time, he had a shared passion for all of the same American teen genre stuff, and we both got really excited about how we could create this fictional world that felt very elevated and aspirational.

But despite various references to teenage films of yesteryear – including a heartwarming ode to The Breakfast Club in season two – Nunn explained that there was much more to it than merely paying homage to John Hughes and co.

Credit: Netflix
Credit: Netflix

She continued: “I think the hook of the show is so heightened – you know, obviously about the teenager giving out sex advice in a toilet cubicle – but it really felt like that needed a heightened world to match that.

“In my mind Moordale is not a real place. Even though we shoot the show in Wales, it’s very much a fictional place.

“We see it like a teenage utopia, and I like to think of it almost like a comic book world where these teenagers exist.

Agreeing, Taylor added: “It came early on when we all started to put our heads together.

“Everything was very deliberate and distinct because when I first read the script it read like a world that would not just benefit from it, but it would make sense of the characters and the high concept.”

Rahim, a new character for season two. Credit: Netflix
Rahim, a new character for season two. Credit: Netflix

Taylor also explained that they agreed the storyline wouldn’t work if it was set within the same world as other UK-based school dramas like Grange Hill, which are more commonly associated with the fluorescent strip lights and dull, grey uniforms – and, more importantly, have tended to focus on the sheer misery of growing up.

He said: “If you put this storyline into Waterloo Road, everybody would just be rolling their eyes. It needed a take, and that was when we started to put our heads together and design the best world to tell these stories.

“For me was that we created a positive rendering of a school experience, which Americans tend to do incredibly naturally.

“I think we as a country tend not to we tend to do more of a sort of strict, grey, less fun version.

“Even though Laurie’s scripts were full of heartbreak and angst, I wanted to see it sort of rendered with warmth and beauty.

I think it's safe to say that breakfast on THAT terrace would get any of us up in the morning. Credit: Netflix
I think it’s safe to say that breakfast on THAT terrace would get any of us up in the morning. Credit: Netflix

Hopefully this technicolour dream world will be something the duo can continue to build on, with Nunn telling us she’s already writing a follow-up to the recently released second season, with hopes for life beyond that yet.

She said: “I’ve started writing series three, but that’s just a very normal part of the process because we work on such tight schedule, and season three hasn’t been greenlit yet or officially commissioned.

“We won’t find out whether we get a series three until the end of January, so fingers crossed!”

And Nunn also said she even has high hopes for a future for Sex Education beyond that tentative third series, adding: “I love writing these characters. It’s such a big ensemble and I think the theme of the show – in terms of it being about sex and relationships – it really just offers up endless story opportunities.

So I think the show definitely has legs if Netflix are nice enough to let me keep writing it and let Ben [Taylor] keep directing it!”

The second season of Sex Education is out now on Netflix, where you can also catch up on series one.

 

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Alex Salmond cleared of all sexual assault charges

Alex Salmond cleared of all sexual assault charges

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Andrew Milligan

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Mr Salmond had told the court that the allegations against him were “deliberate fabrications for a political purpose”

Alex Salmond has been cleared of sexually assaulting nine women while he was Scotland’s first minister.

A jury found the former SNP leader not guilty on 12 of the sexual assault charges facing him, while another was found not proven.

A further charge of sexually assaulting a 10th woman had previously been dropped by prosecutors.

Mr Salmond had said he was innocent of all the charges against him throughout the two-week trial.

The women who made the allegations against Mr Salmond included an SNP politician, a party worker and several current and former Scottish government civil servants and officials.

During his evidence to the court, he said the claims made about his alleged conduct were “deliberate fabrications for a political purpose” or “exaggerations”.

And he said he had “never attempted to have non-consensual sexual relations with anyone in my entire life”.

Mr Salmond’s defence team had claimed during the trial that a senior Scottish government official known as Woman A, who was one of his accusers, had contacted some of the other complainers before Mr Salmond was charged.

Defence lawyer Gordon Jackson QC told the jury: “That stinks. It absolutely stinks”.

Speaking outside court after his acquittal, Mr Salmond said: “As many of you will know, there is certain evidence I would have liked to have seen led in this trial but for a variety of reasons we were not able to do so.

“At some point, that information, that facts and that evidence will see the light of day.”

He also said his faith in the Scottish legal system had been “much reinforced”, and thanked his legal team and everyone else who had supported him.

Mr Salmond added: “Whatever nightmare I have been through over the last two years it is as nothing compared to the situation we are all going through.

“If you can, go home, take care of your families, God help us all.”

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Alex Salmond with his defence lawyer Gordon Jackson QC

The jury returned not guilty verdicts on 12 of the charges, including one of attempted rape, and returned a not proven verdict on a charge of sexual assault with intent to rape.

The not proven verdict is an unusual and highly controversial feature of the Scottish legal system which in practice is exactly the same as a verdict of not guilty.

The charges were all alleged to have happened while Mr Salmond was serving as Scotland’s first minister, with several alleged to have happened at the first minister’s official Bute House residence in Edinburgh.

Mr Salmond was first minister between May 2007 and November 2014, when he stood down in the wake of the Scottish independence referendum and was replaced by Nicola Sturgeon.

What did the trial hear?

 

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